Nascido em Tomar em novembro de 1955, Carlos Jorge Anjos Carvalheiro seguiu um sonho que o começou a emocionar ainda no jardim de infância. Tal como um novo cavaleiro templário decidiu dedicar-se como a uma missão, a um chamamento ao teatro.
Há duas razões preponderantes para a procura do Fatias de Cá por estes grandes espaços cénicos para levar a sua grandeza para as peças. “Aí captamos o espírito do lugar, que vai para a peça, mas há outro motivo não menos importante - é que não temos um espaço nosso para nos apresentarmos”, confessa Carlos Carvalheiro, não obstante a sua regular apresentação na Destilaria da Brogueira, aldeia próxima de Torres Novas. (...)
Há três anos, a Câmara de Tomar quis prestar-lhe homenagem pelo seu empenho na Cultura e na cidade. O encenador recusou olimpicamente a honra e o reconhecimento. Desde quase sempre que os executivos trataram o Fatias de Cá com “uma atitude a raiar o ostracismo”, disse, não aceitando a “gentileza”, e notando que agora há uma maior aproximação entre ambas as instituições, mas não há os apoios que devia haver.
Poderá ler a entrevista completa na edição em papel do Jornal Abarca, disponível nos postos de venda habituais.